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27 de janeiro de 2017

Confira os melhores e os piores cartões para acumular milhas


Para quem costuma viajar bastante, ter um cartão de crédito que possibilita converter o consumo da fatura em pontos e /ou milhas aéreas é uma forma interessante de se obter desde um trecho gratuito até um upgrade de classe. Conheça quais são os melhores - e também os piores - cartões de crédito para esse fim.

Pesquisa feita pela Proteste - Associação Brasileira de Defesa do Consumidor se baseou nos dados reunidos pela calculadora de milhas disponível em seu site, que você pode acessá-la ao clicar aqui, que utiliza informações públicas sobre os 198 plásticos oferecidos por Bradesco /HSBC, Itaú, Banco do Brasil, Caixa, Santander, Votorantim e Banrisul, usados no levantamento; e que possuem programa de milhagens.

Foram considerados os cartões que mais pontuam, ou seja, que oferecem mais de 2,1 pontos a cada 1 dólar gasto em compras e o resultado você confere a seguir:



O campeão é o Caixa Elo Nanquim, que permite acumular 2,3 pontos a cada dólar gasto no plástico. Contudo, é necessário ter renda mínima de 15 mil reais e pagar uma anuidade de 690 reais para ter acesso ao plástico.

Já os piores cartões de bancos para acumular pontos são os cartões Santander Fit, Flex, Free, Light e Nacional, que garantem apenas 1 ponto a cada 5 reais gastos. São os únicos nos quais a conversão dos pontos é baseada em reais, e não em dólares.


Validade dos pontos



Quanto mais pontos o programa de fidelidade do banco permite acumular a cada dólar em compras no cartão, maior é a possibilidade de o usuário trocá-los por passagens aéreas ao transferi-los para programas de milhagem. Mas é necessário ficar atento a dois grandes limitadores: a validade dos pontos e o valor mínimo para transferência para evitar que os pontos expirem.

Cada banco tem a sua própria regra para acúmulo de pontos. O consumidor deve verificar se o banco tem uma parceria com um programa de fidelidade. Nesses casos, ele pode não exigir um valor mínimo para transferência de pontos para este programa.

Na maior parte dos programas de fidelidade, os pontos vencem após dois anos, o que pode não ser suficiente para acumular a pontuação mínima exigida para transferência dos pontos, dependendo do valor gasto mensalmente no cartão.

Deve-se ainda levar em conta o valor da anuidade do plástico. Nos produtos que permitem acumular mais milhas, além desse valor ser geralmente maior, os bancos também costumam exigir que o cliente tenha uma renda mensal mais elevada.

Renata Pedro, coordenadora de pesquisa da Proteste, não recomenda gastar mais no cartão de crédito apenas para conseguir mais milhas devido ao risco de não conseguir honrar a fatura em 100% e cair no crédito rotativo, o grande vilão do endividamento das famílias brasileiras.

Essa pesquisa foi solicitada e publicada pelo portal Exame.com, que também apresenta tabela com a pontuação mínima para a transferência dos pontos para os programas de milhagens praticados pelos cartões pesquisados, que você pode conferi-la ao clicar aqui


Imagens: reprodução




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