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14 de julho de 2016

Fique mais atraente eliminando estes hábitos


Quer melhorar sua aparência e ficar mais atraente? Então a ciência pode te dar uma mãozinha. Conheça os hábitos que, segundo ela, podem estar jogando contra a sua imagem e te atrapalhando em suas conquistas, quer nos negócios com os pares, quer nos relacionamentos amorosos. 

De acordo com a revista Superinteressante, por mais que vemos exemplos contrários em nosso cotidiano, estudos científicos comprovam que hábitos como ser preguiçoso, desonesto, ter falta de senso e de humor podem te fazer parecer menos atraente para outras pessoas. 


Hábitos que +40BC concorda 


Não dormir - este vem em cheio de encontro ao que o blog preza e defende. Menos horas de sono fazem você ficar mais feio, além de doente. Sabemos que a quantidade de horas de sono varia de indivíduo a indivíduo, mas aquela máxima de 6 a 8 horas de sono continua valendo.

Em 2010, pesquisadores suecos tiraram duas fotos de 23 pessoas: uma depois de uma boa noite de sono e outra depois de uma noite em claro. Depois, outros participantes compararam as fotos e as imagens das pessoas insones foram classificadas como feias, doentes e até mais tristes. 

Ter uma postura física ruim - outro hábito nocivo para saúde e para a aparência. De acordo com uma pesquisa da Universidade de Princeton, ficar com os ombros contraídos, voltados para a frente, formando uma corcunda nas costas faz você parecer menos atraente, além da possibilidade de desenvolver doenças da coluna como a cifose. 

No estudo, os cientistas criaram vários perfis falsos no Tinder - app de paqueras e encontros -, alguns com fotos de pessoas com uma boa postura, mais ereta e confiante, outros com fotos de posturas ruins - e as pessoas com posturas mais corretas ganharam mais matches, o "curtir" do aplicativo que pode lhe render um relacionamento.

Parecer estressado ou exageradamente feliz o conselho "menos é mais" nunca caiu tão bem. Apesar de contraditórios, estes hábitos acabam por incomodar e até irritar as demais pessoas. 

Academia Nacional de Ciências do Reino Unido, por meio de estudo realizado em 2013, mostrou que pessoas que foram classificadas como menos atrativas apresentavam altas concentrações de cortisol no sangue, justo o hormônio ligado ao stress. Já para os que "riem à toa" e demais da conta, pesquisadores da Universidade da Colúmbia Britânica mostraram para mil participantes, em estudo realizado em 2011, fotos de pessoas com poses felizes e orgulhosas, perguntando quem eles achavam atraente. As mais alegres e orgulhosas foram consideradas mais feias.

Não ter senso de humor - no jogo da conquista, homem mal-humorado e sem senso de humor perde feio com o sexo oposto. Nem precisa perguntar às mulheres se elas gostariam de engatar uma conversa animada com alguém desanimado e até emburrado, por mais que ele seja bem apessoado. E a ciência, novamente, comprovou isso. 

Em 2009, a Universidade da Califórnia conduziu estudo em que os participantes demonstraram maior interesse nos retratos de pessoas que vinham acompanhados de comentários, feitos pelos cientistas, de que aquele indivíduo era engraçado ou gostava de ouvir piadas. Portanto, bora melhorar essa cara e renovar o repertório de piadas. #ficadica

Ser preguiçoso - outro hábito que afasta as mulheres principalmente quando está relacionado ao trabalho, até porque o mesmo "dignifica o homem" segundo o ditado e os experimentos científicos realizados pela Universidade de Nova York em 2004. Em um deles, alunos que iniciaram um curso de seis semanas deram notas anônimas para a beleza de seus colegas que não conheciam. No final do curso, os cientistas pediram que os alunos dessem uma nova nota na beleza dos mesmos colegas e os mais preguiçosos foram considerados feios, mesmo que seis meses antes estivessem entre os bonitões da turma.

LEIA TAMBÉMTorne-se irresistível praticando estes hábitos


Hábitos que +40BC discorda 


Ter um cheiro muito parecido ao da outra pessoade acordo com um estudo feito pela Universidade do Novo México, no qual cientistas compararam as amostras de DNA de mulheres e seus maridos com respostas de um questionário sobre adultério, os casais com o DNA mais parecido tendiam a ter mais experiências adúlteras. 

Porque +40BC discordapor mais que o referido estudo tenha seu mérito, soa estranho justificar a prática do adultério pelo cheiro que a outra pessoa exala. Adultério é nocivo, não tem justificativa e destrói não só o lar, mas principalmente quem está ao redor e não tem nada a ver com quem o pratica. Pense duas ou quantas vezes forem necessárias antes de cometê-lo. #ficadica

Ser uma má pessoa - estudo feio na China em 2014 mostra que retratos de pessoas diferentes com expressão neutra, mas que vinham acompanhados das palavras "má", "maldosa" e "pessoa ruim" foram consideradas feias.

Porque +40BC discorda: na prática, podemos observar justamente o contrário. Exceto nas animações da Disney, na maioria das vezes vilões em novelas, séries e filmes são altamente bonitos, estilosos e muito sedutores. Até na vida real pessoas que consideramos más ou ruins geralmente estão sempre cercadas de admiradores e conquistas amorosas e sexuais. Veja a fila para visita íntima nos presídios masculinos, por exemplo, que nunca para de crescer... O estudo, portanto, só reflete uma questão moral inconsciente que não necessariamente reflete a realidade, mas nem por isso +40BC te apoia a se tornar uma pessoa má.  

Ser desonesto - os cientistas da Universidade de Illinois deram retratos de pessoas diferentes aos participantes com pequena descrição explicando se aquela era honesta ou desonesta. No fim, as pessoas honestas foram tidas como as mais atraentes.

Porque +40BC discorda: apesar de abominar a desonestidade, o estudo novamente mostra que a questão moral inconsciente não reflete a realidade. Sem citar nomes ou partidos, basta um breve olhar na política brasileira e selecionar quantos políticos e empresários que classificamos como desonestos estão casados - muitas vezes com belas mulheres -, possuem amantes, diversos aliados e seguidores acalorados que saem em sua defesa tanto nas ruas quanto nas redes sociais. 

E você o que acha? Dá para mudar alguns hábitos ou os estudos científicos não condizem com a sua realidade? Participe deixando abaixo seu comentário.



Com informações da revista Superinteressante e portal Exame.com
Imagens: reprodução



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